Atualidades, trabalhos acadêmicos e matérias relevantes

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ASSUNTOS ATUAIS.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Senado aprova Estatuto Racial sem cotas para negros

O Senado aprovou nesta quarta-feira o Estatuto da Igualdade Racial, sem regras estabelecendo cotas para negros na educação. A matéria será encaminhada à sanção presidencial.

O relator do texto aprovado, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), justificou a retirada do artigo referente às cotas dizendo que já há um projeto sobre o tema sendo debatido no Senado. Lembrou ainda sua posição contrária ao sistema de cotas raciais, defendendo cotas sociais no sistema de ensino.

O texto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados trazia toda uma subseção relacionada ao sistema de cotas, que previa a criação de programas de ação afirmativa pelo poder público para a população negra. As ações seriam asseguradas em instituições públicas federais de educação superior e de ensino técnico profissionalizante.


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http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4500401-EI7896,00-Senado+aprova+Estatuto+Racial+sem+cotas+para+negros.html

Aposentados com mais de um mínimo podem receber atrasados até início de setembro

Brasília - De agosto até o início de setembro, os aposentados que ganham mais de um salário mínimo vão receber os atrasados do reajuste do benefício, segundo informou nesta quarta-feira o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas.

Quanto à diferença entre os 6,14% e os 7,7% sancionados ontem pelo governo, ele disse a equipe técnica do ministério está fazendo esforços para começar a pagar no mês de julho.

Gabas deu as declarações depois de participar do lançamento do Portal do Ministério do Planejamento.

Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo, depois de cerca de quatro horas de reunião com a equipe econômica do governo, além do ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza. A queda do fator previdenciário foi vetada.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, ao deixar a reunião, que Lula orientou a equipe econômica a fazer os cortes necessários em outras despesas para compensar os gastos com o reajuste. Ele voltou a afirmar que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares

“Além dos cortes que já fizemos, de R$ 10 bilhões, cortaremos R$ 1,6 bilhão para não alterar o Orçamento”.

O deputado Vacarezza disse que deixou claro para o presidente que não passaria na Câmara ou no Senado qualquer percentual que fosse inferior aos 7,7%.


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domingo, 13 de junho de 2010

Número de pobres deve cair à metade no Brasil até 2014

Mantida a tendência de crescimento médio da economia no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil cortará à metade o número de pessoas pobres até 2014. Conforme avaliação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o total deve cair de 29,9 milhões para cerca de 14,5 milhões, ou menos de 8% da população. Nos anos Lula, até a crise de 2009, o número de pobres (pessoas com renda familiar per capita mensal de até R$ 137,00) caiu 43%, de 50 milhões para 29,9 milhões. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.


Em 2010, a velocidade da queda da pobreza é ainda maior, de cerca de 10% ao ano, segundo cálculos do economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-Rio. O economista diz que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou crescimento médio de 5,3% ao ano per capita real (além da inflação) entre 2003 e 2008. De acordo com os especialistas, a diminuição do número de pobres e a ascensão de 31,9 milhões de brasileiros, entre 2003 e 2008, estiveram relacionadas, principalmente, ao aumento do emprego formal e da renda do trabalho, à política de valorização do salário mínimo e aos programas sociais, como o Bolsa Família.


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A.Latina crescerá 4,8% em 2010, com Brasil e Venezuela nos dois extremos

Bogotá, 11 jun (EFE).- A economia latino-americana, que em 2009 sofreu contração de 1,7%, crescerá 5,3% no segundo trimestre deste ano, mas na segunda metade o ritmo será moderado (4,4%) e o resultado final de 2010 será de um crescimento de 4,8%, com o Brasil e Venezuela nos dois extremos da tabela.

Esta é a previsão da empresa de consultoria FocusEconomics no último relatório de perspectivas para a região latino-americana de sua divisão Consensus Forecast, ao que hoje teve acesso à Agência Efe.

Os economistas desta empresa, fundada em 1999, que em maio tinham previsto um crescimento de 4,6% no Produto Interno Bruto (PIB) regional, elevaram o percentual para 4,8% em junho, pelo 13ªº mês consecutivo em que o corrigem em alta.

A previsão para 2011 é de um crescimento econômico regional de 4%.

Quanto à inflação, mantêm a previsão de 7% para este ano e 6,6% para o próximo.

Por países, em seis dos 11 estudados (Argentina, Brasil, México, Paraguai, Peru e Uruguai) as perspectivas de crescimento melhoraram em junho, em dois recuaram (Chile e Venezuela) e em três se mantiveram estáveis (Bolívia, Colômbia e Equador).

A economia do Brasil, seguida de perto pelo Peru, é a que mais crescerá em 2010, e a da Venezuela é a única que recuará entre os 11 países estudados, diz o estudo.

Venezuela, segundo Consensus Forecast, terá uma contração econômica de 2,6% em 2010 e crescerá 1,1% em 2011.

Quanto à inflação, a situação também não está bem para a Venezuela: os analistas preveem que termine o ano em 33,9%, depois do aumento em junho de 1,3 pontos em sua previsão com relação a maio.

"As medidas adicionais anunciadas pelo Governo de Hugo Chávez para tomar o controle do mercado paralelo de divisas complicaram mais ainda o panorama", assinala o estudo.

Em comparação com o mês passado, as previsões de inflação subiram em cinco países (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela), desceram em dois (Colômbia e México) e se mantiveram como estavam em quatro (Bolívia, Chile, Equador e Peru).

O Brasil, que segundo a análise crescerá 6,5% este ano, o maior percentual dos 11 países, o que preocupa é a inflação. As previsões aumentaram 0,9 pontos em quatro meses e agora se estima que fechará o ano em 5,4%.

Se estima que a economia peruana crescerá 5,7% no ano. A previsão de inflação para 2010 é de 2,4%.

No terceiro posto está a Argentina, com um crescimento esperado para este ano de 5%. Quanto à inflação, a previsão é de 11%, baseado nos dados oficiais, mas Consensus Forecast precisa que a estatística extraoficial "mais realista" aponta a 24,4%, só superado pela Venezuela.

Para o México, a previsão é de crescimento de 4,1% em 2010, após uma expansão de 4,3% no primeiro trimestre, a primeira desde o terceiro trimestre de 2008, "quando a economia mexicana entrou em sua pior recessão em décadas".

A previsão de inflação para o México foi revisada para baixo este mês e hoje se situa em 5,1%.

No Chile, os analistas esperam crescimento de 4,4% para 2010, inferior ao previsto em maio, e de 5,6% para 2011. A inflação se acelerou desde abril e espera-se que o fechamento seja de 3,5%.

"Apesar dos devastadores efeitos do terremoto de fevereiro, a economia chilena manteve sua expansão no primeiro trimestre, embora em um ritmo frágil (1%). No entanto, é provável que volte a taxas de crescimento mais saudáveis na medida em que os esforços de reconstrução se transformem em um fator de impulso adicional".

Para a Colômbia, a perspectiva é de estabilidade. Ajudada pelo sólido subida da produção industrial, a economia crescerá 2,8% este ano e 3,9% em 2011. A inflação de 2010 espera-se que seja do 3,5%.

Os analistas de Consensus Forecast elevaram sua previsão de crescimento para a Bolívia ao 3,8% para este ano, com uma inflação de 4% (4,3% para 2011) e projetam crescimento de 3,7%.

Um aumento de 1,7% e uma inflação de 4,3% é o esperado para o Equador em 2010. Para o ano seguinte, os percentuais são de 2,3% e 4,2%, respectivamente.

Do Paraguai se destaca o aumento de 13,7% registrado na atividade econômica durante o primeiro trimestre.

Quanto à inflação, Consensus Forecast espera que chegue a 4,9% este ano, contra 1,9% de 2009.

Finalmente, no relacionado ao Uruguai consideram que terá 4,6% de crescimento em 2010, inferior à projeção do Governo. Para 2011, a meta é de 4%. A pressão da inflação persiste e ao terminar o ano deverá ficar em 6,5%.

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Governo: tempo para abrir empresa cairá de 25 para 4 dias

O governo quer reduzir o tempo médio de abertura de empresas no Brasil de 25 dias para de dois a quatro dias, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta quarta-feira.

Segundo o órgão, são constituídos 600 mil novos empreendimentos por ano no País, e a medida pretende agilizar o processo de registro mercantil, emissão de CNPJ e Alvará de Funcionamento Provisório, previstos na Lei da Redesim (nº 11.598/2007) e na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas.

Com a nova medida, o governo vai avaliar a viabiliadade de criação da empresa pela internet, exigindo que o empreendedor vá à prefeitura uma única vez para iniciar o processo.

Em seguida, o alvará provisório será concedido às empresas de atividades de baixo risco - cerca 82% das atividades, segundo o MDIC. No caso de atividades de alto risco, o alvará será concedido após licenciamento por parte dos órgãos específicos.

Nas Juntas Comerciais serão recebidos os documentos de abertura e a entrega do CNPJ, em balcão único informatizado, segundo o MDIC, a partir da nova determinação.


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Lula diz que fará qualquer coisa para não deixar inflação voltar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (9) que vai atuar para não deixar os níveis de inflação subirem.

"Farei qualquer coisa para não deixar a inflação voltar", disse Lula em discurso em Natal (RN).

Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,43% em maio.

O índice aponta para uma desaceleração em relação aos 0,57% registrados em abril e é o menor patamar desde dezembro .

No acumulado do ano, o IPCA está em 3,09%, e nos últimos doze meses, em 5,22%.

Segundo o IBGE, o que contribuiu para o arrefecimento do índice em maio foi o grupo Alimentos, cuja alta passou para 0,28% no mês passado depois de marcar 1,45% em abril.

No fim do dia, o Banco Central (BC) decide a nova taxa de juros básicos da economia (a Selic). Atualmente está em 9,5%, e o mercado aposta numa alta de 0,75 ponto, levando-a para 10,25% e fazendo-a voltar à casa dos dois dígitos.

O medo do aumento da inflação e o crescimento de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, o maior da série histórica iniciada em 1995, reforça a tese de que o BC deve aumentar a taxa.


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terça-feira, 8 de junho de 2010

Brasileiros estão entre os mais otimistas quanto a empregos no próximo trimestre

Uma pesquisa internacional sobre as perspectivas de criação de postos de trabalho nos próximos três meses colocou os empregadores brasileiros como os segundo mais otimistas, em uma lista de 36 países.

A pesquisa da consultoria Manpower perguntou a 61 mil diretores de recursos humanos de empresas se eles esperam mais contratações ou demissões em seu setor no próximo trimestre (julho a setembro).

No Brasil, a diferença entre os que disseram esperar mais contratações superou em 40 pontos percentuais os que esperam demissões. No mundo, só os indianos (42 pontos percentuais) tiveram um desempenho melhor. Logo atrás do Brasil vieram os empregadores de Taiwan (39 pontos de diferença).

Segundo a consultoria, "o otimismo no Brasil é puxado pela força dos setores de serviços e construção civil, onde mais da metade dos empregadores pesquisados antecipam um aumento nas suas folhas de pagamento no próximo trimestre".

Desde o trimestre anterior, os três países lideram o otimismo na criação de empregos, apenas mudando a sua posição dentro da margem de erro de quatro pontos da pesquisa.

No terceiro trimestre deste ano, os brasileiros otimistas superavam os pessimistas em 38 pontos percentuais, contra 36 pontos percentuais entre os indianos e 35 entre taiwaneses.

Melhora
Em todo o mundo, a consultoria percebeu uma melhora nas perspectivas de emprego, especialmente nas Américas e na região da Ásia-Pacífico.

Na China, os otimistas superaram os pessimistas em 27 pontos percentuais - a maior índice de melhora na comparação ano-a-ano. No Peru, a diferença neste trimestre foi de 24 pontos.

Entre os países industrializados, os Estados Unidos e a Alemanha também "despertaram" nesta pesquisa. Nos dois, a diferença entre otimistas e pessimistas foi de 10 pontos percentuais. Isto representa um significante melhora em relação aos níveis registrados há um ano, quando as perspectivas eram nulas ou negativas.

Apesar disso, os EUA ainda são o país onde o nível de otimismo ainda é mais contido no hemisfério.

De todos as nações pesquisadas, as perspectivas são piores na Grécia, Itália e Espanha, imersas em desconfiança por conta do alto nível de endividamento do governo.

Entrevistados da Manpower nos três países continuam esperando mais demissões que contratações nos próximos três meses.

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SOMOS BRASILEIROS .. NÃO DESISTIMOS NUNCA....RSRSR