Atualidades, trabalhos acadêmicos e matérias relevantes

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ASSUNTOS ATUAIS.

sábado, 15 de maio de 2010

Quanto mais feio, mais propenso ao crime, dizem economistas

Pobreza, cobiça, raiva, ciúme, orgulho, vingança. São esses os suspeitos habituais quando o assunto envolve as causas do crime. Nos últimos anos, porém, os economistas começaram a estudar uma explicação diferente para as atividades criminais: os atributos físicos.

Um pequeno grupo de economistas vem estudando de que maneira altura, peso e beleza afetam a probabilidade de cometer - ou ser condenado por - um crime. Observando registros dos séculos 19, 20 e 21, eles identificaram indícios de que os homens mais baixos têm de 20% a 30% mais chance de condenações a prisão, comparados aos mais altos, e que obesidade e atrativos físicos têm vínculos para com o crime.

"A profissão desenvolveu forte interesse pela biologia", ou o que alguns economistas definem como história ou economia antropométrica, diz Gregory Price, economista do Morehouse College e um dos autores de um estudo que correlaciona altura e crime.

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Vincular traços físicos à criminalidade pode parecer um recuo ao determinismo biológico advogado pelos proponentes do darwinismo social no século 19, segundo os quais existia predisposição genética ao delito. Mas os modernos estudiosos se apressam a descartar essas ideias.

Price, por exemplo, argumenta que o crime pode ser visto, ao menos em parte, como um "mercado de trabalho alternativo". Se indivíduos com certos atributos físicos sofrem desvantagem na força de trabalho, podem considerar o crime mais atraente, diz.

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Outros estudos constataram que alunos mais baixos tendem a participar menos de clubes e esportes. Como resultado, eles podem sofrer perda de autoestima ou não desenvolver certas competências sociais que lhes seriam úteis posteriormente, teorizaram os economistas.

De acordo com o estudo, homens e mulheres vistos como pouco atraentes na escola tinham maior probabilidade de cometer -ou de serem apanhados cometendo- diversos crimes, como furtos e venda de drogas, se comparados às pessoas consideradas médias ou atraentes.


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Leia mais....

http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201005151000_NYT_78969969

é agora até ser feio é crime......


Brasileira foi escolhida pelo órgão como uma das melhores empreendedoras do mundo. Saiba como ela chegou lá

Modelo para a ONU

Desde pequena, a mineira Vanessa Araújo, 32 anos, sabia o que queria ser quando adulta. Não imaginava, contudo, que sua paixão por cosméticos lhe renderia o título de uma das dez melhores empreendedoras do mundo em tão pouco tempo. Sua empresa, a Kapeh – que produz xampus, sabonetes, óleos de banho, entre outros itens à base de extrato de café certificado – fez com que ela estivesse entre as dez finalistas da segunda edição do prêmio Empretec Women in Business Award 2010, promovido pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento do Comércio (Unctad), órgão ligado à ONU.

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Vanessa Araújo: sua marca de cosméticos já é distribuída em 15 Estados

“Acredito que ter criado uma marca inovadora, que une sustentabilidade com responsabilidade social, foi o segredo do sucesso”, contou a empresária à DINHEIRO. Mas, afinal de contas, o que há de tão especial em seus produtos? Eles são feitos a partir de um grão verde de café atestado com o selo holandês UTZ Certified. A certificação garante, por exemplo, que o café foi cultivado sem o uso de agrotóxicos. “Esse atestado agrega muito valor a um produto”, diz o professor da FGV-Eaesp, Luiz Carlos Merege.

Vanessa se formou em farmácia e bioquímica pela Universidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Depois da formatura, ela voltou para a sua terra natal, no sul de Minas – região tradicionalmente cafeeira –, para trabalhar na farmácia de sua prima. “Sempre quis ter uma empresa na área de cosméticos, mas não imaginava que haveria alguma relação com café”, disse.

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A ideia de criar uma marca de produtos feitos a partir do grão surgiu em uma conversa com a mesma prima do ramo farmacêutico. “Era preciso se diferenciar. Então pensamos no café. Havia alguns cosméticos derivados dele, mas não uma marca.” Com apenas três anos, a Kapeh (cujo significado é café em maia) tem hoje uma lista de 33 produtos espalhados por perfumarias, clínicas de estética, casas de banho e, inclusive, cafeterias em 15 Estados brasileiros, além da presença em Portugal e na Holanda.

“Queremos ampliar a participação fora do País, mas tenho consciência de que não vou abraçar o mundo de uma vez só. Por enquanto, a meta é atender todo o Brasil em 2010.” Ainda há muito espaço para crescer. Com faturamento próximo aos R$ 400 mil, em 2009, a empresária espera triplicar a cifra até o final deste ano.


site terra.

Cias de energia elétrica são campeãs de rentabilidade

As empresas de energia elétrica são as campeãs de rentabilidade entre as companhias de capital aberto no Brasil. Nos últimos cinco anos, elas lideraram um grupo de nove companhias que conseguiram manter um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acima de 30% ao ano, segundo levantamento feito pela empresa de informação financeira Economática. O trabalho mostra que, das nove empresas, cinco são do setor de energia elétrica. São elas: AES Tietê, Companhia Energética do Maranhão, Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), Elektro e Tractebel.

Uma das explicações para o resultado é que, normalmente, as empresas de energia são grandes pagadoras de dividendos. Ao distribuir quase todo o lucro, ela não altera o patrimônio líquido, que é um dos fatores para determinar a rentabilidade da empresa, explica o analista da agência de classificação de risco Standard & Poor?s, Reginaldo Takara. Além disso, em algumas dessas empresas, o grosso do investimento já foi feito no passado. Agora o gasto é só com manutenção e operação.

O analista Ricardo Correa, da Ativa Corretora, lembra que essas empresas de energia têm sido fortemente beneficiada pelo crescimento econômico. Com mais demanda, a indústria e o consumidor residencial usam mais eletricidade. Isso eleva as receitas das companhias do setor, sejam geradoras ou distribuidoras, como é o caso de Coelba, Cemar e Elektro. Outras elétricas não estão na lista porque não têm capital aberto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


site r7

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Superforma pós-gravidez é normal?

Uma campanha publicitária de uma marca de lingerie estreou ontem com a top Gisele Bündchen. Ela aparece nas fotos com o corpo perfeito de sempre. Até aí, nenhuma novidade. O que espanta no ensaio é o fato de Gisele ter sido fotografada apenas três meses depois do nascimento de Benjamin, seu primeiro filho.

Gisele não é a única. Muitas grávidas famosas fazem retornos triunfais às capas de revista em tempo recorde depois do parto. A cantora Claudia Leitte ganhou seu primogênito Davi em 20 de janeiro do ano passado. Foi capa da edição da revista Nova, em maio do mesmo ano, com 10 quilos a menos, creditados por ela a uma dieta balanceada, exercícios físicos e drenagem linfática.

Mas é mesmo normal voltar à boa forma em tão pouco tempo? O ginecologista e obstetra Malcolm Montgomery explica que a recuperação do corpo após a gravidez é muito individual. Com acompanhamento médico, buscar a velha forma é saudável. No entanto, a luta pela retomada da silhueta de antes da gravidez não pode virar uma obsessão e uma corrida contra o tempo. "Isso pode ser uma forma de se evitar vivenciar o mais importante, que é o tornar-se mãe", diz o médico. "A prioridade não pode ser perder tudo o que ganhou ao longo de nove meses de gestação durante os primeiros três depois do parto".

A ansiedade para baixar o marcador da balança tem um aliado poderoso, que em primeiro lugar fortalece o vínculo da mãe com seu bebê: a própria amamentação. Segundo estudos, amamentar ajuda a emagrecer e pode queimar até 900 calorias por dia. "Voltar à forma que tinha antes da gestação é importante para a autoestima da mulher", avalia Flávia Alvares Fernandes, psicóloga clínica e uma das fundadoras da Gestarte, no Rio de Janeiro, clínica multidisciplinar especializada no atendimento de gestantes. "Mas isso precisa ser feito com sensatez. Muitas vezes, manias assim, como a de ginástica, podem ocultar um quadro de depressão pós-parto".

Foto: Fabio Guinalz/AgNews Ampliar

Ivete no palco, quatro meses após a maternidade

Padrões inatingíveis

Celebridades que têm no corpo - e em sua aparência fabulosa - um cartão de visitas podem sofrer uma pressão ainda maior para exibir um físico impecável. Alçadas às capas de revistas e passarelas, elas acabam por representar um modelo quase impossível de se alcançar pelas "mulheres comuns", que não contam com uma equipe de profissionais de nutrição, educação física e cuidados com o recém-nascido à disposição, ajudando-a a perder os quilos adquiridos na gravidez.

"A imposição de padrões de beleza pela publicidade e pelos meios de comunicação sempre existiu, mas só recentemente chegou ao corpo pós-parto", diz Dulcilia Buitoni, autora do livro “Mulher de Papel – A Representação da Mulher pela Imprensa Feminina Brasileira” (Summus Editorial). "Com tanto para se preocupar com um bebê recém-nascido, as mulheres ainda têm que ter essa preocupação extra, de voltar à forma em três meses?", questiona.

O médico Malcolm Montgomery concorda. "A mídia vende padrões que são inatingíveis", analisa. "A relação entra mãe e filho tem que ser prioridade nestes primeiros três meses". Ivete Sangalo - que abriu o show da cantora Beyoncé quatro meses depois de ganhar Marcelo, em modelito que não escondia os quilos a mais da gestação - que o diga. A cantora pode ser considerada uma raridade no meio das celebrities: depois de mais de sete meses após o parto, ainda não voltou a ter o corpo de antes. E o melhor: parece não se importar.

site ig.


Tudo feito sem exageros e respeitando a si mesmo vale.... é difícil não ter seu corpo de volta... as cobranças são muitas, principalmente pela própria, quem pode se dar ao luxo de conseguir ficar bonita de novo acho que tem que ficar.... se não se importa tudo bem mas a auto-estima tem que estar sempre em alta.....

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Coca-cola vira esmalte...

Ser a maior fabricante de refrigerantes do mundo parece ser pouco para a Coca-Cola. A empresa, além de ter sua própria marca de roupas, investe agora no segmento dos cosméticos e acaba de lançar um linha de esmaltes em parceria com a Nails Inc.

Nesta primeira leva, são quatro cores, cada uma representando uma grande capital. O tom nude é em homenagem a Londres, Paris é violeta, Nova York é pink e Milão, vermelho. Os esmaltes começam a ser vendidos na Ingleterra no dia 30 de junho e, por enquanto, trata-se apenas de uma edição especial. No Brasil, não há previsão de vendas.



Site terra....

Whitney Houston é vaiada em abertura de turnê na Alemanha

Berlim - Após errar várias vezes as letras de suas músicas, a cantora americana Whitney Houston ouviu vaias e assobios em uma casa de shows de Berlim na noite desta quinta-feira, no encerramento do primeiro show de uma turnê pela Alemanha.

Whitney foi recebida com ovações e uma salva de palmas pelos fãs no início da apresentação. Porém, com o passar dos minutos, o ambiente foi ficando negativo. Veículos de comunicação que fizeram a cobertura do show disseram que a cantora estava "acabada".

A diva do pop e soul cantou várias baladas com voz falha e "áspera" e fez longas pausas entre as músicas, causando a irritação de seus seguidores, acrescenta a imprensa.

Whitney Houston deve realizar dez shows na Alemanha em sua turnê de retorno à Europa após mais de 11 anos de ausência.



site uol....

A cantora apresentou ao público seu novo álbum "I Look To You", mas também interpretou vários de seus velhos sucessos como "Step by step" ou "I will always love you" com os quais fez sucesso nos anos 80 e 90.

A cantora americana retorna aos palcos após uma longa pausa motivada por seus problemas sentimentais, mas também com o álcool e as drogas.




minha cantora predileta está mal a beça..... tomara que consiga passar essa fase ruim....
sorteeeeeeee

terça-feira, 11 de maio de 2010

Brasileiro aumenta gastos com saúde e educação

Já era previsível que o brasileiro incluiria despesas com internet, TV a cabo e o notebook em seu orçamento, diante da infinidade de novas tecnologias disponíveis, nos últimos dez anos. Mas o surpreendente é que as famílias também ampliaram nesse período os gastos com saúde e educação, revelam resultados preliminares da nova Pesquisa de Orçamento Familiar da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), divulgados nesta terça-feira (11).


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http://noticias.r7.com/economia/noticias/brasileiro-aumenta-gastos-com-saude-e-educacao-20100511.html