Atualidades, trabalhos acadêmicos e matérias relevantes

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Invertia » Invertia G20: pobres não podem arcar com reformas

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, alertou nesta segunda-feira às maiores economias mundiais que os mais pobres não deveriam arcar com as consequências de planos para reduzir dívidas públicas e déficits governamentais. Líderes do Grupo das 20 economias desenvolvidas e em desenvolvimento concordaram no fim de semana, em Toronto, em tomar caminhos diferentes para reduzir déficits orçamentários e tornar seus sistemas bancários mais seguros, um reflexo da frágil e desigual recuperação econômica em muitos países.

"Todos nós estamos preocupados com os crescentes déficits e dívidas públicas", disse Ban a jornalistas em Nova York. "Mas nós não podemos equilibrar os orçamentos às custas das pessoas mais pobres do mundo. Nós não podemos abandonar nosso compromisso com os mais vulneráveis."

Grupos globais de combate à pobreza se juntaram recentemente a Ban nas críticas ao G20 e ao Grupo das 8 nações desenvolvidas, afirmando que eles não cumpriram as promessas de ajuda às nações pobres e em desenvolimento. "Nós precisamos manter um foco forte no longo prazo", disse Ban.

A ONU apoia a declaração feita pelo G20 no fim de semana de que "reduzir a diferença de desenvolvimento e reduzir a pobreza é integral ao nosso objetivo mais amplo de conseguir um crescimento forte, sustentável e equilibrado", disse Ban.

Ban, que compareceu à cúpula do G20, disse que defende três tipos de investimento que, segundo ele, gerarão "retornos altos e imediatos": investimento em emprego, em tecnologia "verde" e ecologicamente correta, e em sistemas de saúde, especialmente para mulheres e crianças.

Na semana passada, um relatório da ONU disse que os esforços para diminuir a fome no mundo foram minados pela crise econômica global, ainda que o mundo continue caminhando para cumprir a meta de redução da pobreza até 2015.

O relatório disse que é vital que os doadores ao mundo desenvolvido cumpram seus "compromissos não-cumpridos" se o objetivo de cortar a pobreza pela metade e outros objetivos da ONU, conhecidos como as Metas de Desenvolvimento do Milênio, pretendam ser alcançados.


site terra

É meu aniversário, e agora?

Listas de convidados, respostas educadas no Orkut ou no Facebook, agendamento de salão ou bar, preparação de um menu especial. Estas atitudes parecem divertidas, mas não para todo mundo. Além da extensa lista de tarefas que uma comemoração exige, fazer aniversário também leva as pessoas a refletir sobre suas vidas e questionar suas prioridades.

“Apesar de gostar de comemorar, no dia do meu aniversário eu fico triste, depressiva”, diz a assessora Mariana Campos. Aos 25 anos, ela diz que a data a faz pensar – de modo não muito positivo – na idade que tem. “Vejo que estou ficando velha e não fiz nada do que devia estar fazendo nessa idade”. Para Valéria Meirelles, psicóloga e organizadora do livro “Mulher do Século XXI ” (Editora Roca), isso se explica pela existência de uma maior punição social para as mulheres que envelhecem, por isso é comum que elas não gostem da data. “Para algumas mulheres, fazer aniversario é morrer um pouco a cada ano”, diz.

Mesmo que se sinta depressiva a cada 12 de janeiro, Mariana ainda gosta de fazer festas. O que não é o caso da gerente de projetos Gabriela Iannaccone, de 26 anos, que quer distância das comemorações de aniversário feitas de forma automática, pouco natural. “Odeio as obrigações sociais pelas quais a gente tem que passar, fazer ou participar. É tudo muito cansativo”, explica. De todos rituais, o “parabéns a você” é o que Gabriela menos gosta “Não suporto cantar parabéns. Acho infantil, desnecessário. Um monte de adulto batendo palmas, depois de 12 anos, não acho que qualquer pessoa faça isso com gosto”, brinca.

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site ig

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Suíça e Holanda saem de lista de paraísos fiscais

A Suíça e a Holanda foram retirados da lista dos chamados "paraísos fiscais" pela Receita Federal do Brasil. A decisão, publicada nesta sexta-feira (25) no Diário oficial da União, ocorreu depois de um pedido dos governos dos dois países.

São classificados como paraísos fiscais aqueles que cobram impostos muito baixos ou não os cobram. Isso facilita a entrada de capitais estrangeiros – e, para a Receita, ajuda a servir como destino de fuga para verbas ilegais e transações como a lavagem de dinheiro.

A Receita classifica dessa forma quem tem tributação da renda inferior a 20% ou trabalha com sigilo societário dos clientes. O imposto para países fora desta classificação é de 15%.

Nesta semana, a Receita Federal havia aberto a possibilidade de os governos destes países pedirem a exclusão da lista. Isso ocorreu poucos dias após o anúncio da inclusão de mais 14 países entre os "paraísos fiscais".

O Fisco não informou quais outros países já solicitaram a exclusão da relação.

O advogado Alexandre Seguim, sócio do Barbosa Müssnich & Aragão, disse que essa possibilidade aberta pela Receita é "uma inovação interessante". Segundo ele, alguns países incluídos na lista não possuem legislação tributária ou que proteja informação societária que justifique a classificação como paraíso fiscal. Ele citou a Suíça, incluída no início do mês, e Cingapura.

No início do mês, ao explicar a inclusão da Suíça, o assessor do gabinete da Receita Federal, Alberto Pinto, disse que só agora o Fisco brasileiro conseguiu provar que o país europeu está dentro dos critérios que definem um paraíso fiscal. Segundo ele, a Suíça tem tributação de renda de 8,5% e trabalha com sigilo comercial e bancário.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

País está próximo de atingir o pleno emprego, segundo economistas

O forte ritmo de crescimento da economia nos últimos meses e o desempenho vigoroso do mercado de trabalho no Brasil, com a conseqüente redução do nível de desemprego, deve alçar o País a um cenário de pleno emprego.....Com uma taxa de crescimento econômico de mais de 5%, chegaremos a um desemprego de 6%, que é o pleno emprego. Isso pode acontecer ainda este ano”, avalia o professor de relações do trabalho na Universidade de São Paulo (USP), José Pastore......

Segundo Pastore, o desempenho da economia brasileira tem mostrado força e continuará assim até o fim de 2010, impulsionando a geração de postos de trabalho. “A menos que aconteça algo imprevisível, como um forte esfriamento da demanda interna, a trajetória de queda no desemprego não se confirmaria. Algo impensável no momento”, observa.

Janine Berg, especialista em Emprego do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, acredita que para que o Brasil atinja o patamar de pleno emprego e mantenha o quadro por um período longo é necessário que o País cresça a uma taxa de 6% ao ano, pelos próximos cinco a seis anos. “Mas essa trajetória está sujeita a variações. No longo prazo não é suficiente só gerar empregos. É necessário qualificar melhor. Pessoas com mais qualificação tendem a ser menos afetadas pelo desemprego”, diz.


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http://economia.ig.com.br/pais+esta+proximo+de+atingir+o+pleno+emprego+segundo+economistas/n1237678405637.html

sábado, 19 de junho de 2010

O chiclete engolido pode ficar no sistema digestivo por sete anos?

Certamente você já foi avisado muitas vezes e, provavelmente, a maioria delas por sua própria mãe: você não deve engolir o chiclete, porque ele fica no seu sistema digestivo durante sete anos. Mas se isso fosse verdade, que tipo de problema causaria? Nosso sistema digestivo foi criado para dissolver e excretar o que ingerimos, em questão de horas, dias, no máximo, mas certamente, nunca anos.
sso porque seu sistema digestivo é bastante eficaz. Quando você engole o alimento, ele percorre o esôfago e vai até seu estômago (em inglês). Lá, as enzimas e os ácidos passam a trabalhar nesse alimento, começando seu processo de destruição.

Do estômago, o alimento parcialmente digerido é levado para o intestino, onde - com ajuda de seu fígado e pâncreas - é decomposto em seus componentes. Esses componentes são usados para dar energia ao corpo. Os elementos do alimento que não podem ser usados são enviados ao cólon, onde serão processados em dejetos.

Geralmente, o chiclete é feito de quatro componentes gerais, e nosso corpo consegue destruir facilmente três deles. Os aromatizantes, adoçantes e amaciantes do chiclete não são usados na digestão humana. É a base de goma que gruda. A base de goma é feita principalmente de substâncias químicas sintéticas, que dão ao chiclete a propriedade de ser mastigável. Foi criada para resistir às propriedades digestivas da saliva na boca. Mas, uma vez engolida, mesmo a base de goma sendo exposta ao mesmo tratamento que o alimento comum, e depois de ser considerada inútil pelo sistema digestivo, ela segue o mesmo caminho que qualquer impureza.

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http://saude.hsw.uol.com.br/chiclete-sete-anos.htm




PELO SIM PELO NÃO .... MELHOR CUSPIR E JOGAR FORA......


Feliz no amor, triste na balança

Pesquisas comprovam que mulheres casadas ou em relacionamentos estáveis tendem a engordar mais do que as solteiras. Mas será que este é um caminho sem saída?

Fatores emocionais

O estresse, mais uma vez, pode ser o causador de você ter de trocar a calça 38 pela 40. "Com o casamento, ocorre uma mudança de papéis. Mesmo sendo, geralmente, uma mudança positiva, ela está associada à tensão de morar com alguém que tem hábitos diferentes dos seus", lembra Marco Antônio de Tommaso, psicoterapeuta especializado em transtornos alimentares e emagrecimento (SP). E a ansiedade pode ser descontada na comida - nunca na alface ou na aveia, mas sim no que te dá mais prazer, como chocolate e hambúrguer. Sem contar que algumas mulheres começam a ter preocupações financeiras que antes, na casa dos pais, não tinham.

Pode parecer machista e retrógrado, mas é fato que a maioria das mulheres fica com uma pontinha de sensação de dever cumprido ao se casar ou entrar em um relacionamento sério. "A fase da competição acaba", diz o psicoterapeuta. Se antes existia a vontade de ter alguém para dividir a vida e era necessário conquistar esta pessoa, agora, teoricamente, a procura terminou. "Sei que relaxei e acomodei depois de me casar", confessa a analista de atendimento Sheila Dantas, 31 anos. "Depois do casamento, entram outras preocupações, como casa, gravidez, filho. Parece até que elas precisam ficar largadas para dar conta da casa", analisa Eliana Moreira, psicóloga e terapeuta familiar (SP).

Não podemos esquecer que temos de ser bonitas e saudáveis pela nossa autoestima e não pelo amado. "Não tem o menor cabimento se acomodar. Até porque, com o tempo, o metabolismo fica mais lento. Atividade física e controle alimentar são para o resto da vida", determina Marco Aantônio de Tommaso.

"Conquistei minha liberdade. Podia fazer e comer o que quisesse. E paguei o preço por isso", lamenta a analista de atendimento Sheila Dantas, que engordou 10 quilos em pouco tempo de casamento. Sheila nem de longe é uma exceção. O credo popular de que casar engorda ganhou nova comprovação científica com recente estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, publicado no jornal norte-americano The New York Times. Eles acompanharam mais de 6 mil mulheres com o peso normal, inicialmente entre 18 e 23 anos, por um período de dez anos.

Os resultados não deixam dúvidas: aquelas com companheiro e filhos engordaram em média 9 quilos; as que tinham um companheiro, 7 quilos; e, por último, as solteiras sem filhos acrescentaram 5 quilos. Ainda não há um consenso entre os cientistas para explicar o porquê do aumento de peso maior entre as mães. A explicação mais aceita é fisiológica - o corpo se ajusta metabolicamente com o excesso de peso e é mais complicado reverter este processo, ainda mais depois de dar à luz. Agora, as mulheres sem filhos que engordam depois de se amarrarem ao amado não têm esta desculpa. A mudança que leva às gordurinhas extras é, sem dúvida nenhuma, comportamental.

SITE TERRA


BEM QUE EU SUSPEITAVA....RSRSRS

Governo pretende reduzir preços e melhorar serviços da TV paga

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou um projeto que beneficia os telespectadores de todo o país, já que aumenta a concorrência no mercado de transmissão de canais de TV por assinatura e a produção de programas nacionais. O texto segue agora para votação no Senado.

O relator do projeto, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), aposta na concorrência para solucionar o problema.

- Uma maior oferta de serviço, com uma maior concorrência, a gente espera ver melhores preços e com melhores serviços.

No Brasil, a NET e a Sky detém mais de 70% do mercado. Só em abril, a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) recebeu mais de 5.375 reclamações do setor, quase a metade (2.309) relacionadas à cobrança da mensalidade. Os canais pagos ocuparam, no ano passado, o quinto lugar no serviço de atendimento ao consumidor, com 87,7% dos clientes insatisfeitos.

O governo também acredita que com as novas medidas a produção audiovisual no país cresça, pois o projeto exige que pelo menos 30% do conteúdo dos canais pagos sejam produzidos no Brasil.



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